Gatinhos Persa

A História desta raça tem inicio no século XVI, quando um viajante italiano chamado Pietro Della Valle passou pelaPérsia (atual Irão) e trouxe consigo alguns dos belos gatos que andavam pelas ruas locais.
Ao chegar a Itália, imediatamente esses gatos ganharam a simpatia das pessoas devido a sua pelagem macia e brilhante.


A primeira descrição precisa da raça aparece no livro de historia natural de Georges Louis Bufon (1707-1788), e a primeira exposição de felinos foi organizada em 1871 por Harrison Weir, no palacio de cristal em Londres, onde participaram a Rainha Vitoria e o Principe de Gales como proprietarios e expositores de gatinhos persas.


Em 1910 foi criado em Inglaterra o "Governing Concil of the Cat Fancy of Great Britain", quando foram estabelecidos os primeiros padroes da raça, sempre ocupando uma posição destaque dentro da Aristocracia Felina.


Logo em seguida foi feito um trabalho de melhoramento genético visando obter-se uma maior variedade de cores e padrões de pelagem.


Há hoje mais de 100 diferentes combinações de cores para gatos desta raça, variando desde o branco neve, como o Piluças, até ao malhado (casco de tartaruga), girissimo por sinal.


Os persas são gatos muito procurados por pessoas que vivem em espaços pequenos, como apartamentos, porque miam pouco, e apresentam um forte apego ao seu dono. É extremamente sereno e afectuoso, interagindo mt bem com outras raças e até com cães. É também muito tolerante com as crianças.

Ele pode permanecer por horas deitado no seu lugar favorito, o piluças adora estar deitado na mala do computador portatil, parece que não esta a prestar atenção ao que o rodeia, mas nunca perde a aura de aristocrata que tantas pessoas admiram.

Os persas adoram caricias e todas as expressões de carinho e raramente mostram as garras, mas engane-se quem acha que eles adoram estar no colo.


Estes gatinhos caracterizam-se pela pelagem comprida e sedosa, com umacabeça grande e redonda, orelhaspequenas e arredondadas com tufos de pelo no interior, olhos grandes e redondos de coloração vívida e patas curtas, porémmusculosas. O padrão comum da raça apresenta focinhos achatados (flat face), porém alguns gatinhos possuem focinhos um pouco mais alongados (doll face).


A manutenção de sua pelagem é um desafio, sobretudo devido a formação de nós ocorridos devido ao comprimento dos pelos. Mas ao ver o resultado dos cuidados prestados, sentimos uma enorme gratificação, alem de que o gatinho reconhece esse cuidado. É de salientar que estes gatinhos são muito vaidosos...
O padrão de uma raça é determinado pelas associações que a representam.


Assim sendo, existem pequenas variações de associação para associação. Abaixo podemos ver o padrão da FIFe (Federação Felina Internacional).

Tamanho: Médio a Grande - Os machos são maiores que as fêmeas, pesando de 4 a 5 kg, (o Piluças tem 6 KG) e as fêmeas de 3 a 4 kg.

Orelhas: Pequenas, arredondadas nas pontas e bem separadas.

Nariz: Achatado, Curto, Largo, com stop bem definido, situado entre os olhos e entre as pálpebras superiores e inferiores, nariz não arrebitado. As narinas devem ser bem abertas.

Corpo: De estrutura compacta, patas curtas, peito largo, ombros e dorso maciços, bem musculosos, de comprimento curto e formato quadrado.

Rabo: De comprimento curto, dobrado sobre o dorso fica entre a nuca (muito longo) e o meio das costas (ideal).

Pescoço: Curto e forte.

Cabeça: De formato redondo, maciça, bem equilibrada, crânio largo. Testa arredondada, bochechas cheias.

Pelagem: Comprida, densa , de textura fina, brilhnate e sedosa (sem ser lanosa). Longa, espessa e abundante, espalha-se por todo o corpo incluindo ombros, formando uma juba imensa e comprida que desce por entre as pernas dianteiras.

Olhos: Grandes, redondos e simétricos, bem separados, dando a face uma expressão mais aberta. De cor sólida, brilhante. Lindos

Patas: Grandes, redondas, sendo desejável tufos de pelos entre os dedos. Cinco dedos nas patas da frente e quatro nas de traz.

Normalmente, nessa raça a cor branca associada a presença de olhos azuis está geneticamente relacionada a problemas de audição no animal. Os gatos brancos com apenas um dos olhos azuis pode ser surdo de apenas um ouvido, enquanto que os espécimes com ambos os olhos azuis acabam não possuindo nenhuma audição.

O Piluças tem olhos cor Ambar, como a mãe (eu).

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Diarreia nos Gatos - Sinais, Sintomas mais comuns e Tratamento.



A Diarreia é geralmente uma consequência de infestação por parasitas, uma alimentação inadequada, infeções, problemas intestinais de má absorção nutricional, tumores, alergias ou alterações metabólicas. Consiste uma reação fisiológica rápida do organismo por forma a eliminar o agente que provoca a irritação intestinal. 
A diarreia leva a quase sempre a uma visita ao veterinário.

Sintomas mais comuns:

Diarreia Aguda:
- Defecou parasitas: Administrar um desparasita interno

Ir ao veterinário:
- O gato esta ansioso e alerta: Possível infeccão bacteriana, viral ou bacteriana.
- Diarreia com muco ou sangue: Inflamação do colon ou tumor intestinal.
- Desidratação e prostração: Problemas hepáticos, infeccão, tumor intestinal, parasitas.

Ir ao Veterinário com Urgência:
- Diarreia com significativas quantidades de sangue escuro: envenenamento, infeccão, alteração sanguíneas, hemorragia interna.

Diarreia Cronica:
Ir ao veterinario:
- Diarreia cronica sem outros sintomas: Alergias ou intolerância alimentar, parasitas.
- Diarreia cronica e perda de peso com perda de apetite: alterações hepaticas, renais ou metabolicas, tumores e infecçôes. Pode ter parasitas.
- Diarreia cronica com aumento do apetite: problemas no pancreas ou tiroide.
- Diarreia Cronica com excrementos pretos e duros: Hemorragia no estômago.

Tratamento para a Diarreia
Muitas das vezes a diarreia acaba por desaparecer sem ser necessário recorrer a tratamentos caseiros ou médicos, e o gato consegue rapidamente eliminar o agente irritativo do intestino.
Após o episodio da diarreia, dê ao seu gato uma refeição fácil de digerir como arroz e carne branca cozida (sem sal sempre). Pode também dar a agua de cozer o arroz. Insista na ingestão de agua.

A perda de fluidos corporais é sempre uma consequência de vómitos, diarreia, febre e choque térmico.
Caso observe sinais de desidratação no seu gato, deverá leva-lo ao veterinário. O principal sinal é: diminuição da elasticidade da pele (observar a pele do cachaço que ao ser puxada deve retrair rapidamente).

Nunca administre fármacos utilizados na medicina humana em animais, sem a indicação do veterinário. A fisiologia humana é diferente da fisiologia do gato ou de outro qualquer animal, logo a actuação farmacológica também. Se ama o seu gato pergunte sempre a quem sabe.





terça-feira, 5 de agosto de 2014

Os Gatos podem ver Fantasmas?

Esta é aquela questão que muitas vezes debatemos com outros amantes de gatos e com pessoas espiritualmente abertas e curiosas ou supersticiosas.
Sobre este assunto, existem imensos livros escritos, artigos, filmes, fábulas ou contos, e parece existir uma crença popular que sugere que os gatos têm o tal sexto sentido, que lhes permite poder ver e sentir entidades que o comum humano não vê.
Estas historias tem intrigado as pessoas mais supersticiosas, na realidade os gatos gostam de viver nos cemitérios, os gatos são atribuídos as bruxas, mas porquê? Serão eles seres mágicos que vivem entre dois mundos? Serão eles deuses como acreditavam os egípcios?
Desde sempre que ouvimos histórias de gatos que podem ver e sentir coisas que o comum ser humano não pode perceber, que supostamente os gatos podem ver espíritos e que ao mesmo tempo nos protegem dos maus espíritos.
Existem contos associados aos gatos e ao diabo, associando o gato a um guardião que espanta o mau agouro com a sua cauda.
Supostamente, os gatos detetam vibrações que estão a outros níveis.
Já li artigos referindo que o gato dorme e se deita onde a energia é mais negativa, com o intuito de “limpar” o campo energético do local ou pessoa. A ser verdade ou mentira, não sei, mas posso dizer que o meu gato sempre dormiu comigo, muito perto de mim. Sinto-me feliz por isso.
Os antigos egípcios estavam convencidos de que os gatos os protegiam contra os maus espititus e que facilitavam a passagem para o outro mundo.
Também os egípcios consideravam os gatos como médiuns, e estavam certos de que os gatos tinham a mesma capacidade de ver os espíritos que os médiuns humanos.

A ser verdade….. Observe o seu gato e depois comente a sua experiencia. 

terça-feira, 22 de julho de 2014

Coragem ou Cobardia... O racionalismo irracional daquele que se diz "Ser Humano".

O melhor amigo ... desde aquele dia que entraste nas nossa casa, nas nossas vidas e nos nossos corações. 

Ele ensina - me cada vez mais, todos os dias, a amar sem pedir nada, sem cobranças, sem argumentos, sem justificações, é amor e é simples assim. 


Seja eu feia, bonita, rica ou pobre, jovem, velha, branca, preta, as cores, ele nunca vai analisar, criticar ou julgar. Ele vê a cor da alma, da minha aura e a riqueza de cada mimo que lhe dê.

Abandonar o meu melhor amigo? Só e apenas quem não merece receber tal amor como este, o fará. O irá deixar na estrada com frio, com fome.

A coragem, essa mesma audácia, essencial para abandonar um animal que nos entregou todo o seu altruísmo e dedicação, é a mesma cobardia que leva ao abandono numa maca, num lar, numa cama ou na rua, os pais, avós, amigos, filhos, quando forem estes nada mais do que um estorvo. 

Conhecem a lei do retorno? Ou a ditado "com ferros matas.... com ferros morres"?... 

Os animais são seres mágicos.  Por algum motivo os "racionais" somos nós. 


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Miss you.... Miss me...

Miss you... miss me...


Abracei esta vida de aventuras em 2012, quando resolvi deixar o meu canto no Porto para me juntar ao caos cosmopolita e multucultural da cidade de Londres. Desenvolver uma nova lingua em formato "técnico", Tecnicas de comunicação verbal e não verbal adaptadas a um povo sem etnia mas nada mediterrânico com uma visaõ sobre um mundo e uma realidade nada equiparada à minha. 
Deixei para trás o cheiro a mar, o café e a minha casa na primeira linha de praia. Eu não vim a procura de um futuro, eu vim em busca de um presente. Aquele "chamamento" intemporal que ninguem me poderá tirar, porque é só meu, chamado VIDA, me moveu daquele cantinho na Agudela para esta mundo regado de gente como eu. Chamar-lhe-ia "open mind" à uns anos atrás.... neste momento chamar-lhe-ei "fucking genious.



Mas mesmo nos mais belos jardins encontramos espinhos.... Poderei dizer que a saudade traiu-me. 
O Piluças, o meu gato, aquele grande companheiro já não estava ali, para viver esta grande aventura comigo. Senti que o estava a trair. Senti que estava a trocar a sua curta vida pelo meu egoismo. 
Aprendi com isso que os animais amam, e amam muito. Com a minha ausencia iniciou comportamentos depressivos. Miar toda a noite, isolamento e rejeição foram os mais marcantes.
O seu comportamento apenas retornou à normalidade após ver-me novemente e perceber que eu não o tinha abandonado. Como eu gostaria de perceber os seus pensamenos, os seus raciocinios puros e inocentes, vazios de manhas e interesses, pureza interdita ao animal dito racional, mas abundante na mãe natureza.

A felicidade do Piluças quando me viu, ao fim de três meses quando finalmente regressei a casa naquele natal, era transparente, imaculada e radiante naqueles olhos ambar. Nunca irei esquecer aquele minuto ... quando aqueles olhinhos olharam para mim.
Senti que a felicidade pode resumir-se a um breve momento como abraçar o meu gato naquela noite.
 
As grandes ausencias e coisas importantes que deixei para trás, é o preço alto que pago para que possa viver sonhos e completar passos largos. Nem sempre a liberdade liberta, mas nem sempre o amor é suficiente. A necessidade de sair do casulo transborda as margens de um rio que grita por corrente, quando as barragens já não seguram as àguas paradas. 

Anseio por novas aventuras, nas quais poderei leva-lo comigo. Até lá, tenho a certeza que está protegido e feliz. 



segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Os primeiros Gatos verdadeiros

Há 12 milhões de anos, os primeiros gatos começaram a trilhar a terra. Existem restos fossilizados que atestam a proliferação de uma grande variedade de felinos. O leão da Toscana, os linces e as chitas, percorriam o norte de Itália e a Europa Central. Na China habitavam tigres gigantes e na América do Norte enormes Jaguares. Haviam também espécies de gatos-selvagens de pequeno porte, como o gato de Pallas, que ainda sobrevive na Ásia e o gato bravo de Martelli que se encontra extinto, mas que habitava toda a Europa e algumas regiões do Médio Oriente. O gato-bravo de Martelli, desapareceu há um milhão de anos, mas é considerado o antepassado directo dos gatos bravos actuais de pequeno porte, dos quais evoluíram os gatos domésticos. Tendo-se espalhado por toda a Europa, Ásia e África o gato-bravo de Martelli deu origem a três espécies: o gato-bravo europeu (felis silvestris)que surgiu a cerca de 600 mil a 900 mil anos; o gato-bravo africano (felis silvestris libyca) e o gato-bravo asiático (felis silvestris ornata). Julga-se ser do gato-bravo africano (as primeiras referencias remontam o antigo Egipto), com uma pequena influência do gato-bravo asiático, que o gato domestico terá derivado.

domingo, 4 de julho de 2010

Bobby e Tareco...como viver juntos...

-->Se Já tem um cão…mas quer um gatinho…

Em alguns casos até é simples a convivência entre cães e gatos, noutros é mais complicado, mas se tomar as decisões certas, com algum trabalho e paciência, não é impossível.
Se já tem um cão e pensa adoptar um gato, considere o seguinte:
1.       Adopte, se possível um gatinho bebe;
2.       Se adoptar um gato adulto, certifique-se que não é agressivo, não bufa nem foge a correr;
3.       O gatinho deverá ser sociável, se for medroso vai tornar o trabalho muito complicado;
4.       Após o período de adaptação, o dono deve proporcionar ao gato locais a que só ele poderá aceder, para que se possa isolar e manter-se seguro.
Período de Adaptação
Quando se leva um gatinho bebe ou adulto para casa, não de se deve colocar imediatamente junto com o cão, independentemente de este ser adulto ou cachorro. Eles devem ficar separados nos primeiros dias. O gato necessita de tempo para se ambientar comiopletamente ao local, cheiros, ruídos. O gato poderá ouvir os barulhos que o cão faz a caminhar e ladrar, o que fará com que se familiarize com estes.
Primeiros contactos
O gato determinará o tempo necessário para se adaptar a nova família. No inicio o cão e gato devem ver-se através de uma janela ou vidro. Nos primeiros contactos o gato poderá olhar e fugir, o que é natural. Se passados vários dias o gato continua a fugir, poder-se-á colocar perto da fronteira cão-gato, atum para que ele se aproxime para comer. Se necessário coloque a comida mais afastada e gradualmente vai se aproximando a mesma da fronteira.
Evite que o cão ladre para o gato, para que o gato não se assuste. Deve-se recompensar o cão com comida se o cão aprender a não ladrar, rosnar ou pular quando vê o gato. Na realidade ensinar o cão e ignorar o gato, faz parte do processo de conseguir ter os dois animais a viver em harmonia. Quando o cão ignora o gato, este como é curioso, vai investigar o cão e vai tornar a aproximação positiva.
Para colocar os bichinhos na mesma divisão, dever-se-á escolher uma divisão não muito grande, para que o gato não tenha tendência a correr desencadeando no cão a tendência para a perseguição. Deverá colocar a trela no cão e deixar o gato solto, se o gato não for agressivo. Coloque comida para o gato num sitio alto, a partir do qual o gato possa ver o cão e se sinta seguro. Com o cão com trela, recompense com comida sempre que ele estiver calmo e controlado perto do gato. Não se deverá deixar comida a mercê dos bichinhos, para se poder usar estes exercícios para os alimentar, associando a refeição à presença do outro animal e a algo positivo. Quando o gato e cão estiverem mais interessados em comer, do que um no outro, comece a dar a refeição do gato no chão e em simultâneo com o cão mantendo-o sempre de trela, reforçando a presença de um com o outro. Se o cão cheirar o gato, dever-se-á recompensar ambos, pois ao faze-lo esta a passar uma mensagem que interacções positivas e controladas são recompensadas.
O que Nunca de deve fazer
Nunca se deve castigar os bichinhos por mostrarem sinal de desagrado como rosnar ou bufar. Se punirmos o cão ou gato por manifestar estes comportamentos, estaremos apenas a suprimir o sinal comunicativo e não a resolver o problema que realmente provoca estes sinais. Se o gato bufar é porque o cão está muito perto. Não se deve forçar o relacionamento, porque isso pode provocar comportamentos de fobia ou agressividade entre ambos.
Não se deve permitir que o cão, independentemente da raça, persiga o gato. Este tipo de relacionamento não é saudável e não deve ser promovido, apesar de normal no cão, causa stress e medo ao gato. Se o cão persegue os gatos, os donos têm a responsabilidade de o ensinar a ter outro comportamento.
Assim já pode ter um Tareco e um Bobby em casa.

sábado, 29 de maio de 2010

o que é uma Puppy Mill?

-->
Lucro VS Bem estar
Puppy Mills, ou em Português “fabricas de cachorros”, são locais que procriam cães em grandes quantidades, sem cuidados de selecção, e onde o lucro sem olhar a meios, é mais importante que o bem-estar e a qualidade dos animais.
Os cães que vivem nas puppy mills não recebem cuidados veterinários, não passeiam, têm apenas o contacto estritamente necessário com pessoas para a sua sobrevivência e procriação, não são socializados e não usufruem de nenhum aspecto que se prenda com o seu bem-estar. Os animais estão em locais pequenos, confinados a jaulas minúsculas onde vivem em cima das suas fezes e urina. Muitos deles nascem e morrem sem nunca terem saído da sua jaula. Os cães vivem em condições que exijam o menor investimento possível. Cães e cadelas da mesma raça, são colocados numa pequena jaula para que procriem a cada cio. Estes animais adquirem um número elevado de doenças físicas e psíquicas, muitas das vezes passadas aos cachorros, como displasias da anca, infecções respiratórias ou comportamentos destrutivos.
Os cachorros são retirados às mães precocemente, o que pode afectar negativamente a sua saúde.
Quando as fêmeas deixam de procriar, ou os machos deixam de cobrir as fêmeas, os animais são mortos ou vendidos a outra puppy mill.
As puppu mills existem há décadas e são um fenómeno cada vez mais comum na Europa. Os cachorros nascidos nestes locais são vendidos em lojas de animais ou através da internet. Alguns apresentam documentos como registos estrangeiros e até pedigree que não passam de papéis falsos, para ludibriar o cliente a pagar preços exorbitantes pelo cachorro (que é o que verifica nas lojas de animais).
Os cachorros muitas vezes permanecem fechados a aguardar a sua venda em condições igualmente degradantes, espaços pequenos, transparentes, sem local para defecarem ou urinarem.
Os criadores nunca vendem os seus cães pela internet ou numa loja, porque não tem nenhum controlo sobre quem compra e com que intuito o faz.
Também existem puppy mills de gatos. Gatos de raça como os persas, que encontramos nas lojas de animais nomeadamente de shopings, têm origens nestas fábricas de animais. As pessoas compram os animais baseadas em pressupostos falsos sobre a raça. O garfield não é um Persa é um Exotic e cada raça tem necessidades muito especificas. Além disso cada animal tem a sua individualidade, e um criador é a melhor pessoa para aconselhar o futuro dono, sobre os cuidados relacionados com a raça.
Adopte um animal numa associação de protecção ou num canil/ gatil municipal, porque estes precisam urgentemente de um lar. Aqui pode encontrar cães e gatos de todas as idades, todo o tipo de pelagem e tamanho e alguns ate de raça. Um cachorro ou um gato sem raça definida, rafeiro, é único….não mais nenhum!